Olá, estou pensando em você. Estava pensando em você alguns minutos atrás. Não só hoje, como ontem, antes, depois, agora (...). Cada segundo do meu tempo é como se eu fosse movida a pensar em você. Mas nesse momento é diferente, estou pensando em você e ao mesmo tempo você está bem na minha frente. Do outro lado da rua, para ser mais específica. É, não é tão perto. Você nunca esteve tão perto. Eu te amo à distância. Eu penso em você sem você sequer pensar em mim. Eu me idealizo ao seu lado sem você saber meu nome. Eu te admiro do outro lado da rua. Hoje e sempre. Nem lembro quando começou, mas eu sempre admirei... Só que você nem faz idéia. E mesmo não tendo algum contato com você, não quero que você vá embora. Quero que você fique aqui, ou aí, tanto faz, bem onde você está. Seguro, salvo, onde eu possa vê-lo. Amá-lo. Daquele jeito estranho que ninguém entende. Mas eu não preciso que entendam. Você entende? Então está tudo bem para mim. Agora eu atravesso a rua e tento falar com você. Você me responde, normal. Sorri. Ah, sim, é claro! Aquele sorriso maravilhoso, aquele sorriso que eu sempre gostei e nunca pude ter. Mas agora eu o tenho, por pouco tempo que seja, eu TE tenho. Conversamos, temos coisas em comum. Eu sempre soube disso de alguma forma. No final, você me chama para sair. Vamos à cafeteria no dia seguinte, como um encontro. Um encontro perfeito, que nem aqueles que eu via nos filmes e sempre sonhei quando mais jovem. Nós rimos tanto, falamos sobre tantas coisas, até parece ser irreal. Você se oferece para me levar para casa, pega na minha mão até o carro. Na porta de casa, disse que adorou hoje e me beija. E então, mais uma vez, eu acordo.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Olá, estou pensando em você. Estava pensando em você alguns minutos atrás. Não só hoje, como ontem, antes, depois, agora (...). Cada segundo do meu tempo é como se eu fosse movida a pensar em você. Mas nesse momento é diferente, estou pensando em você e ao mesmo tempo você está bem na minha frente. Do outro lado da rua, para ser mais específica. É, não é tão perto. Você nunca esteve tão perto. Eu te amo à distância. Eu penso em você sem você sequer pensar em mim. Eu me idealizo ao seu lado sem você saber meu nome. Eu te admiro do outro lado da rua. Hoje e sempre. Nem lembro quando começou, mas eu sempre admirei... Só que você nem faz idéia. E mesmo não tendo algum contato com você, não quero que você vá embora. Quero que você fique aqui, ou aí, tanto faz, bem onde você está. Seguro, salvo, onde eu possa vê-lo. Amá-lo. Daquele jeito estranho que ninguém entende. Mas eu não preciso que entendam. Você entende? Então está tudo bem para mim. Agora eu atravesso a rua e tento falar com você. Você me responde, normal. Sorri. Ah, sim, é claro! Aquele sorriso maravilhoso, aquele sorriso que eu sempre gostei e nunca pude ter. Mas agora eu o tenho, por pouco tempo que seja, eu TE tenho. Conversamos, temos coisas em comum. Eu sempre soube disso de alguma forma. No final, você me chama para sair. Vamos à cafeteria no dia seguinte, como um encontro. Um encontro perfeito, que nem aqueles que eu via nos filmes e sempre sonhei quando mais jovem. Nós rimos tanto, falamos sobre tantas coisas, até parece ser irreal. Você se oferece para me levar para casa, pega na minha mão até o carro. Na porta de casa, disse que adorou hoje e me beija. E então, mais uma vez, eu acordo.
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