sábado, 11 de setembro de 2010

Eu não queria ter cansado de você. Segurei esse quase amor até a pontinha do precipício, pedindo para que ele não fosse embora. Mas foi, sabe. Foi desistindo de esperar, desistindo de cansar, desistindo de gostar, desistindo de quase amar (...)
E mudando isso, comecei a mudar tudo o que estava me incomodando. Sabe aquele design chato do twitter? Mudei-o. Sabe aquela bebedeira cansativa? Todo mundo se fodeu. Sabe a falsidade aguda? Agora só tem gente que eu amo de verdade na minha vida. Fui acabando com o que me fazia mal, o que não prestava, o que merecia ir para o lixo. E você se foi, junto com tudo isso.
Agora eu consigo respirar aliviada. Agora eu consigo me arrumar e ficar bonita de um jeito que eu não pense em esbarrar com você por aí. Agora eu consigo mandar mensagens para as outras pessoas sem me sentir culpada e com medo de estar traindo esse tanto de gostar por você.
Agora eu não ligo tanto, mesmo ainda ligando. Não tenho interesse em saber o tempo todo onde você está, e com quem você está. Não quero que ela morra, quero que você morra com ela. E eu sei que a partir de hoje, se eu vou ao cinema sozinha, vou desejar ver aquilo com alguém, não com você.
Sabe, vai mudando. Vai acabando. Aos poucos, se esgota. Você não sabe, mas viver normalmente, é uma das melhores coisas da vida.

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